A Vivid ofereceu o registo mais rápido e mais simples de todas as opções que avaliámos. Nessa fase, antes de investidores, antes de receitas, a estrutura de custos também a tornava a escolha mais sensata para uma empresa em fase inicial. Praticamente gratuita no primeiro ano e operacional em poucos dias. Estas duas coisas tornaram a decisão simples.
Florian Heise, cofundador responsável pelo negócio, Re-Twin Energy

De uma ideia simples a uma plataforma em que confiam mais de 500 utilizadores
Na sua forma mais elementar, a ideia por trás da Re-Twin Energy é quase intuitiva: carregar uma bateria quando os preços da eletricidade estão baixos, descarregá-la quando estão altos e ficar com a diferença. Mas quem já tentou orientar-se nos mercados de eletricidade europeus sabe que a simplicidade acaba aí. Mercados de balanço, restrições de ligação à rede, curvas de degradação, restrições temporais, regimes regulatórios: as variáveis multiplicam-se rapidamente. O que parece simples num quadro branco torna-se um labirinto de pressupostos interdependentes. É exatamente esse o problema que a Re-Twin foi criada para resolver, e a rapidez com que o resolve é uma das suas vantagens competitivas decisivas.
Historicamente, as decisões de investimento em armazenamento de energia exigiam meses de modelação feita à medida. A Re-Twin condensa isso numa única sessão: introduzes a dimensão da bateria, a configuração de colocalização com solar ou eólica, os mercados em que queres participar, os parâmetros de risco e, em poucos minutos, surge uma projeção completa de receitas. Fundamentalmente, a plataforma não responde apenas à pergunta para hoje. Faz projeções até vinte anos, cobrindo todo o período de vida do investimento no ativo. «A complexidade vem do mercado de energia e de toda a gama de produtos que nele existe», explica Florian Heise, cofundador responsável pelo negócio. «O nosso software mapeia essa complexidade e entrega aos nossos clientes um business case completo, uma resposta clara e específica para cada projeto à pergunta: quanto vale realmente este ativo no mercado de eletricidade?» Hoje, mais de 500 utilizadores confiam na Re-Twin, entre eles promotores de projetos, empresas municipais de serviços públicos e fornecedores de energia como Trianel, Prokon, wpd, badenova, Eneco e ECO STOR.
A Re-Twin é uma plataforma de análise que ajuda a responder à pergunta: quanto dinheiro se pode ganhar com baterias nos mercados de eletricidade? Pensa em nós como uma ferramenta de análise com a qual chegas rapidamente a uma resposta clara: quanto dinheiro pode esta bateria em concreto ganhar a negociar nos mercados de eletricidade? Ajudamos a responder a isso em cinco a dez minutos.
Mayur Andulkar, cofundador e CEO, Re-Twin Energy
Lucro, propósito e um nome que ninguém esquece
A empresa está estruturada em torno de dois centros de gravidade distintos. Mayur Andulkar, cofundador e CEO, lidera a parte de produto e técnica: concebe a arquitetura da plataforma, dirige o motor de IA e de análise e gere a equipa de engenharia na Índia. A sua formação é rigorosa: licenciatura e mestrado na Índia, um doutoramento concluído na Alemanha e anos de experiência prática nos setores automóvel, químico e energético. O seu dia de trabalho começa às 6h00, hora da Índia, para se alinhar com a equipa técnica, e prolonga-se pelo horário de trabalho alemão antes de a equipa da Índia terminar o dia, por volta das 15h00, hora alemã. Florian Heise, cofundador responsável pelo negócio, supervisiona as relações com os clientes, o desenvolvimento comercial e toda a infraestrutura operacional da empresa, dos contratos aos recursos humanos e à comunicação. Os dois fundadores dão a mesma resposta quando lhes perguntam o que os amigos e a família dizem que eles fazem. «Os meus amigos e a minha família às vezes dizem que ele está a fazer uma coisa que nem conseguimos explicar», diz Andulkar a rir. «A descrição de funções a que chegam é: uma engenhoca tecnológica qualquer que estão a tentar construir ali. Quando tento pedir mais pormenores, dizem: isto é demasiado para mim.» Heise recebe a mesma resposta do seu lado: «Os meus amigos diriam que faço alguma coisa com energia. Não sabem bem o quê, mas parece interessante. Quando a conversa fica técnica, alguns tendem a mudar de assunto bastante depressa.» O que todos percebem é o propósito maior. «O nosso modelo de negócio junta duas coisas que nem sempre andam juntas: retorno comercial e um contributo real para a transição energética», diz Heise. «Não é petróleo, não é gás, está do lado certo da mudança.» O nome traduz a mesma lógica: RE significa Renewable Revenue; Twin refere-se ao gémeo digital que está no centro do produto. «O nome foi escolhido de propósito, porque está no centro do que fazemos», explica Heise.
Um fuso horário de distância, uma cultura partilhada
A Re-Twin opera entre a Alemanha e a Índia, uma estrutura que pode causar estranheza, mas que ambos os fundadores descrevem como uma das decisões estratégicas mais determinantes da empresa. «Recrutar pessoas motivadas e muito capazes que queiram fazer parte de uma empresa em fase inicial é bastante menos difícil na Índia do que na Alemanha», diz Heise. «Só essa diferença moldou a forma como construímos o negócio.» Andulkar, que fala a partir dessa realidade, dá uma leitura em primeira mão das dinâmicas culturais. «Na Alemanha, é mais preto no branco. As pessoas dizem “vou fazer isto” e fazem-no, ou “não vou fazer” e não fazem. Na Índia, às vezes fica a meio caminho. É preciso ler nas entrelinhas para perceber se uma coisa vai mesmo acontecer da forma como foi dita.» Deixa claro que nenhum dos modelos é melhor, apenas diferente. «Do lado indiano, as pessoas esforçam-se ao máximo para que as coisas aconteçam. Do lado alemão, sabes sempre exatamente onde estás. Ambos funcionam. Só tens de perceber em que linguagem estás a operar.» Pôr duas culturas a funcionar como uma só equipa exigiu mais do que boa vontade. Logo no início, os fundadores definiram valores explícitos da empresa nos quais todos os membros da equipa, em Berlim ou em Bangalore, se podiam apoiar. O mais importante: Progress over Fear, ou seja, o progresso acima do medo. Cometemos erros e aprendemos com eles. «Era essencial deixar claro que cometer um erro não é um fracasso. Faz parte do processo», diz Heise. «Expõe-no depressa, identifica-o com clareza e segue em frente. Aquilo a que não nos podemos dar ao luxo é repetir o mesmo erro. Não se constrói uma startup sem cometer erros. A questão é apenas se aprendes com eles.»
Dezoito meses, onze pessoas, uma convicção partilhada
Construir a Re-Twin foi, entre outras coisas, um curso acelerado de autoconhecimento. As lições que Heise tira daí são diretas e sem sentimentalismos. A capacidade de manter o ritmo quando o progresso estagna revelou-se inegociável. «Sempre soube que tinha isso em mim, mas fundar uma empresa transforma-o na base sobre a qual assenta tudo o resto.» A descoberta mais difícil teve a ver com aprender a largar. «Chega um momento em que tens de aceitar que não consegues construir isto sozinho. Coisas que te importam profundamente, tens de as pôr nas mãos de outra pessoa, sabendo que ela as vai tratar de forma diferente da tua.» E o princípio de aplicação mais universal: simplesmente começar. «A perfeição não é o pré-requisito, a ação é. Na primeira fatura que enviámos, eu não fazia ideia de como a escrever corretamente. Então escrevi-a, passou e seguimos em frente. É assim que quase tudo funciona.» Quando lhe perguntam do que mais se orgulha, Heise não fala do produto nem do financiamento. Fala da equipa. «Há dezoito meses, nada disto existia. Era talvez apenas uma ideia a que eu e o Mayur dávamos voltas na cabeça. Hoje há uma equipa inteira de onze pessoas, e cada uma delas escolhe investir a sua energia em tornar isto melhor, todos os dias.» O sinal a que está atento é a motivação intrínseca: «Quando alguém continua empenhado numa sexta-feira à noite, não porque tem de ser, mas porque acredita sinceramente no que estamos a construir, isso é uma validação profunda. É o sinal mais claro de que a cultura é real, e não apenas declarada.» Andulkar vê o mesmo do seu lado da operação. «Os nossos engenheiros gostam de trabalhar no seu horário e no seu próprio espaço, e é exatamente isso que lhes damos. Programar não é uma coisa em que te sentas e fazes em dez minutos. O que importa é que estejam genuinamente entusiasmados por construir isto. E estão.»
Serviços bancários que acompanham uma startup que não abranda
Para uma empresa que avança depressa em dois continentes, a infraestrutura financeira não é uma preocupação secundária. Heise abriu a conta Vivid Business da Re-Twin antes de a empresa ter investidores, clientes ou uma equipa completa, e a decisão assentou em três fatores que pesam muito na fase de receita zero: rapidez de abertura, custo e fiabilidade operacional. Na prática, duas funcionalidades moldaram a forma como Heise gere as finanças da empresa no dia a dia. A primeira são as transferências SEPA imediatas. Uma transferência SEPA normal pode demorar até ao dia útil seguinte; com o SEPA Instant, o dinheiro chega em segundos. «Há momentos, sobretudo nas fases iniciais, em que poder movimentar dinheiro de imediato faz diferença», diz Heise. «Podes comprometer-te com um pagamento e cumprir esse compromisso em minutos. Em situações que exigem uma resolução rápida, essa capacidade de resposta é uma verdadeira vantagem.» A segunda é uma funcionalidade que ele nem sabia que existia quando abriu a conta. O Bill Inbox da Vivid cria um endereço de e-mail dedicado para a empresa; os fornecedores enviam as faturas diretamente para esse endereço e elas aparecem automaticamente na conta, prontas para revisão e pagamento. Combinando-o com os pagamentos agendados, que permitem programar transferências exatamente para a data de vencimento, Heise criou um processo de gestão de tesouraria que é, ao mesmo tempo, automático e preciso.
Para um fundador que apontou a visibilidade do fluxo de caixa como uma das grandes pressões da vida de uma empresa em fase inicial, uma plataforma que combina transparência do saldo em tempo real, execução imediata, receção automática de faturas e agendamento preciso de pagamentos não é apenas conveniente. É estruturalmente importante: uma variável a menos numa função já marcada pela complexidade. Esta é a Re-Twin Energy em miniatura: sempre à procura de mais sinal no meio do ruído, sempre a perguntar quanto mais é possível.
A funcionalidade em que mais confio agora são os pagamentos agendados. Quando chega uma fatura, não a pago de imediato. Agendo-a para a data de vencimento. Assim, o capital fica mais tempo na empresa e deixo de ter o trabalho administrativo de controlar o que tem de ser pago e quando. Vou ser sincero: não sabia que a Vivid tinha esta funcionalidade antes de começar a usá-la. Tornou-se uma das partes mais valiosas da minha gestão financeira.
Florian Heise, cofundador responsável pelo negócio, Re-Twin Energy

Este artigo reflete a experiência individual de um cliente da Vivid à data da publicação e não constitui aconselhamento jurídico, fiscal ou de investimento. As taxas, os preços e as condições mencionados refletem o plano do cliente nessa altura e podem ter sido alterados. A conta empresarial é disponibilizada pela Vivid Money S.A., uma instituição de moeda eletrónica supervisionada pela CSSF no Luxemburgo; os produtos de investimento e de juros são disponibilizados pela Vivid Money B.V., sob a supervisão da AFM. Os investimentos comportam riscos; o valor de um investimento pode subir ou descer, e os resultados passados não são um indicador de rendibilidades futuras.












